Visitantes no Mundo

Fico feliz em vê-los por aqui. Bem-vindos todos

Bem-aventurados os que buscam a Deus, através destas humildes linhas.
Blog criado em 28/03/2010.

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domingo, 11 de setembro de 2011

Boas notícias


A coisa de um ano atrás, parei de editar no blog, porque a saúde da minha mãe estava comprometida. Volto agora, com toda alegria do mundo, pra dizer a todos que mamãe se recuperou bem e está quase curada. Os médicos estão muito animados com a resposta positiva de minha mãe aos tratamentos. Passada essa etapa difícil, começo a enfrentar uma nova etapa, com notícias mais alegres. Fui muito abençoada, estou me preparando para ser mãe. Rezo todos os dias a Deus para que meu bebê venha com saúde, para que assim, ele seja um grande presente de Deus à minha mãe, que está feliz por ser vovó. E eu, estou realizando o meu maior sonho. Vi-me na obrigação de dar-lhes satisfações depois de tanta ausência e espero, em breve, conseguir voltar à ativa com o história de vida de Santa Clara de Assis e outros tantos mais. Paz e Bem a todos!

terça-feira, 29 de junho de 2010

Um papo rapidinho Vapt-Vupt!


Eu fico muito feliz, quando pessoas bem intencionadas comentam nas postagens. Pelos comentários, o autor se guia pela opinião do público e procura manter a linha, ou melhorar para agradar cada vez mais. Considero um contato muito importante. Pena que é raro quando comentam, mas toda vez que eu abro os meus blogs, a primeira coisa que eu faço é ver se tem algum comentário para ser publicado e qual não é minha alegria, quando um amigo deixa um recado? Seria muito bom se nós estreitássemos os laços de amizade...
Mamãe está fazendo quimioterapia e está passando bem, graças a Deus. Peço a todos que rezem muito por ela e por mim também.

terça-feira, 27 de abril de 2010

Bordoadas da vida


Meus amigos tão queridos, que sempre encontram um tempinho para visitar-me nos blogs, devo dizer a vocês e pedir desculpas por uma ausência forçada, cuja vida, no momento me impõe. Minha mãe encontra-se má de saúde, problema que, infelizmente, apareceu em sua mama e que nem gosto de falar o nome.Acredito até, que por ser uma palavra tão maldita e que já nos sentencia à morte, quando muitos a ouvem, vocês já devem ter uma idéia do que possa ser. Com isso, as idéias e a animação de escrever pra vocês, está meio que, se esvaindo. Agora só consigo pensar em minha mãe e em como fazer para ajudar ou, se Deus permitir, curar o seu mal. Terei que ausentar-me por um tempo, até essa tempestade passar. No mais, agradeço a todos que me seguem e que me acompanharam até agora e espero, muito em breve, conseguir voltar à companhia de vocês.
Por isso, mulheres que me acompanham! Não deixem de se cuidar, façam anualmente o seu check up! Previnam-se!

domingo, 11 de abril de 2010

Santa Clara de Assis

Clara Menina

E Clara foi crescendo, tornando-se uma menina obediente e graciosa. Era a alegria da casa. Ortolana não sabia explicar, mas parecia que em torno de sua filha, uma luz divina irradiava iluminando os seus longos dias de espera por notícias do marido. Monaldo já havia escrito uma carta, contando a Favarone, a boa nova do nascimento da filha. O pai de Clara, antes de partir para essa nova luta, soube que sua esposa estava grávida e ficara muito feliz; porém, teve que partir antes que a menina nascesse e não conseguiu acompanhar a gestação de sua mulher.

Enquanto isso, Clara recebia de sua mãe uma educação religiosa e civil. Por vezes, quando começara a falar, chamava de pai o tio Monaldo, no que sua mãe, docemente, a corrigia.

— Ele é tio Monaldo, não seu pai. Papai está lutando para proteger Assis. Papai é um herói.

— Cadê, papai?

— Papai vai chegar em breve para vê-la — abraça-lhe Ortolana.

Com o coração cheio de esperança, Ortolana aguardava e rezava para receber notícias de Favarone, até que uma certa manhã, Deus ouvira suas preces e ela teve uma grata surpresa. Seu marido conseguira dispensa para ver a menina, até segunda ordem, como prêmio por sua coragem e dedicação durante os longos combates que travara. Ele avistou Assis, com a antiga fortaleza da Rocca, imponente à luz do crepúsculo. Seu coração deu um salto. Logo veria sua esposa e sua filhinha.

A alegria de Ortolana a fez correr ao encontro dele.

— Meu senhor! Oh, meu senhor! Voltaste!!! Deus ouviu minhas preces!

— Minha esposa! Folgo em vê-la bem!

Ele a abraçou.

— Venha! Venha ver! Nossa filhinha é linda!

Ortolana levou-o até Clara, que brincava com Pacífica, prima sua de mesma idade. Ambas, assistidas pela Aia.

Favarone se emocionou ao ver a filha, já com cinco anos. Tão linda com aqueles cabelos louros e encaracolados, caindo-lhe aos ombros e os olhos tão vívidos e azuis quanto o céu. Beleza esta, que já denunciava a encantadora donzela que seria futuramente.

— Clarinha! Filha! Seu pai chegou! — anuncia-lhe Ortolana.

— Papai!

Ela correu para abraçá-lo.

Aquela noite, Favarone decidiu fazer uma grande festa, para comemorar sua volta e orgulhosamente, desfilar com sua filha. Chamou inúmeros parentes e amigos, das famílias mais nobres e importantes de Assis. Monaldo, insistia para que ele já escolhesse um pretendente para Clara, entre os filhos dos mais nobres.

— Por Deus, Monaldo, meu irmão! A menina ainda nem bem cresceu e já queres pensar nisso?

— O futuro tem que ser pensado o quanto antes, os nobres estão perdendo espaço para os burgueses. A nossa classe está se extinguindo, por isso, quanto mais cedo assegurarmos o futuro de tua filha, melhor será. Isso sem falar que, tua vida de combates é por demais imprecisa. Podes estar vivo agora, mas amanhã, só Deus sabe. E isso me preocupa, meu irmão.

— Eu sei disso. Talvez tenhas razão... Tens alguém em mente?

— Pensei em Paolo, filho do juiz de Assis. A família deles é nobre e possuem muitas posses.

— Muito bem, vou estreitar os laços de amizade com eles e conforme for, já tratarei disso.

terça-feira, 30 de março de 2010

Santa Clara de Assis


"Nobre de nascimento, mas mais nobre pela graça; virgem no corpo, mas puríssima de espírito; jovem em anos, mas amadurecida em juízo; Clara de nome, mais clara de vida, claríssima pela virtude"— Tomás de Celano.

Nasce uma Grande Luz.

Noite de 16 de julho de 1193.

A pobre mulher se contorcia às dores do parto. Suas damas de companhia e a parteira incentivavam-na, pediam força para que ajudasse a filha a nascer. Foi um parto longo e difícil. Dona Ortolana mordia uma troixinha de pano enrolado, para suportar a dor e uma das mãos apertava, fortemente, a mão da sua Aia.

— Coragem, Dona Ortolana! Força! — dizia ela.

Eu não consigo! Acho que vou morrer!

A mulher chorava...

—Vai conseguir! Tenha fé! — falava a parteira.

Nessa hora, a mulher ouviu uma doce voz. Não era nem da parteira, das damas ou da Aia. Era uma voz linda e sublime, que assemelhava-se ao toque dos sinos da Catedral de São Rufino de Assis, só que bem mais suave, parecendo o sussurrar de um anjo. A voz lhe disse:

“—Não temas, de ti nascerá uma luz que, claramente, iluminará o mundo...”

A voz desapareceu e no mesmo instante, um choro de recém-nascido cortou o ar.

Nasceu! Senhora, minha senhora! Nasceu! — comemorou a Aia.

— É uma linda menina! — anunciou a parteira.

À tensão do quarto, cedeu lugar a gritos de júbilo. As criadas também comemoravam, enquanto limpavam a criança.

— Onde está? Quero ver minha filha. Deixe-me ver... — falava Ortolana exaurida e lágrimas cortando-lhe as faces.

A mãe finalmente a teve nos braços e apertou-a contra o peito, no que a menininha logo procurou avidamente o seio farto, para receber o alimento materno.

— Como irá chamá-la, Dona Ortolana? — perguntou uma das criadas curiosa.

Ortolana lembrou-se da profética e bela voz e sorrindo, disse:

— Clara! Seu nome será Clara! A luz que veio dos céus para iluminar a minha vida! Pena teu pai não estar aqui para conhecer-te!

Lamentou-se Ortolana, cujo marido, Favarone de Offreduccio de estirpe militar e nobre, vivia guerreando longe de sua pátria, deixando a família aos cuidados de seu irmão Monaldo, durante suas ausências.

continua...

** Oração do Escritor**

Preferi começar com uma oração para dar sorte...
ilustração: Santa Maria Goretti


Senhor! Ilumina minha mente e me dá sabedoria para que eu possa criar prosas e versos que, enalteçam o homem e divulguem Teu poder. Guarda-me de todos os perigos e não deixe que a minha mão digite o irremediável nos momentos de angústia e decepção. Não deixe que o efêmero e as desilusões me arrebatem a dignidade e que possa apagar e denegrir o meu próximo. Conserva a beleza dos meus pensamentos e a lucidez, para que o Teu nome esteja sempre comigo e com os escritores que em Ti crêem.

Amém...

domingo, 28 de março de 2010

Apresentação: uma experiência diferente


Em experiência anteriormente realizada em um dos meus blogs criados, postava um resumo do resumo da vida dos santos mais conhecidos do mês e tais postagens eram muito bem quistas e aceitas. Não satisfeita, porém, propus-me a fazer um novo blog onde eu pudesse escrever, em narrativa romanceada como numa novela, a vida de vários santos.
Neste blog não proponho escrever biografias, forma escrita mais verídica possível da vida de determinado santo, mas sim, como acredito que todos assim o prefiram, escrever hagiografias, forma escrita onde o escritor dá maior importância aos milagres e fatos sobrenaturais da vida dos santos, que é o oposto do biógrafo. Hagiografias são ricas em detalhes e feitos heróicos, onde a imaginação pode divagar e criar histórias à primeira vista, impossíveis à mente humana, mas ao coração, nos fazem sonhar e nos aproximarmos cada vez mais do exemplo de vida que tal ser de luz nos trouxe. Espero que todos apreciem e desejo, do fundo da alma, que as vidas tão ricas que futuramente hão de ser escritas aqui, possam confortar a alma e o coração de todos.
PAZ E BEM